terça-feira, 6 de julho de 2010
Saudade
Não tem tradução. Dá vontade de ver, de tocar, abraçar e dizer tanta coisa. Saudade dos tempos de colégio que assistir a sessão da tarde era a única preocupação. Saudade da mãe que mora longe. Saudade da melhor amiga que a tempos não vemos. Saudade da faculdade. Ela pode vir de alguém que não vemos a cinco minutos ou a cinco anos. O melhor a fazer é recordar as coisas boas e esperar, quem sabe enquanto você está aqui lendo esse texto não tem alguém batendo à porta.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Criança feliz!
Alegria que contagia, sorriso que não é discreto, sem dente e sem vergonha. Criança feliz não quebrou o nariz...só sorriu!
A escolha do amor
Todos os dias fazemos escolhas em nossas vidas. Algumas escolhas são mais simples; outras, mais complexas. Escolhemos a roupa, o sapato, a alimentação, o trajeto. Escolhemos a escola, o trabalho, as prioridades. Como não é possível resolver todos os problemas de uma única vez, vamos escolhendo aqueles que precisam ser solucionados antes. Escolhemos no supermercado, na loja, a forma de pagamento.
Algumas escolhas simples ficam complicadas quando complicamos a vida. Fazer um almoço se torna um calvário para quem está angustiado. Ter de escolher o que fazer e que agrade às outras pessoas da família parece um trabalho insano.Escolher a escola dos filhos. Escolher a mudança de emprego. Aos poucos as escolhas vão exigindo mais reflexão e o resultado da escolha vai ficando mais sério. Uma coisa é escolher a comida errada no cardápio e decidir que não vai pedir mais aquele prato. Outra coisa é perceber que casou com a pessoa errada. A escolha do casamento tem de ser mais demorada do que a do produto de uma prateleira em um supermercado.
Como somos imperfeitos, a dúvida sempre fará parte de nossas escolhas. E é diante da dúvida que amadurecemos. Pessoas que têm certezas absolutas erram mais e sofrem mais com isso. A dúvida nos torna mais humildes, mais abertos ao diálogo.Nesses momentos é que percebemos a nossa maturidade frente aos obstáculos. Os mais concretos ou os mais abstratos
Nesse início de ano, uma modesta sugestão: diante das dúvidas que surgirem, escolha o amor. Diante de sentimentos mesquinhos como a inveja, o ciúme, a vingança; escolha o amor. Antes de falar, pense. Mas pense com amor. Antes de agredir, lembre-se de que o tempo da cicatriz é mais demorado do que o tempo do comedimento. Antes de usar a palavra como instrumento de maldizer, lembre-se de que o silêncio é o grande amigo e de que, na dúvida, o outro deve receber a sua compaixão. Diante do comodismo, da alienação, escolha o amor em ação. Assim fizeram os apóstolos, mesmo sabendo que seriam incompreendidos; assim fez Francisco de Assis quando ousou chamar a todos de irmãos; ou João Bosco com os jovens que só se aquietavam quando se sentiam amados.
Assim fez Madre Tereza de Calcutá que fazia a escolha do amor diante de cada próximo que dela precisass.Diante da boa dúvida, é bom pedir ajuda. Para os irmãos e para Deus, a Essência do Amor.
Os desafios são muitos. É por isso que sozinho fica difícil. Como diz a canção:
"Eu pensei que podia viver, por mim mesmo. Eu pensei que as coisas do mundo não iriam me derrubar.
E a oração continua e, com ela, nossa certeza: Tudo é do Pai. Toda honra e toda glória. É Dele a vitória alcançada em minha vida."
Que sejamos responsáveis em nossas escolhas mais simples ou mais complexas. Mais uma vez, com amor, tudo fica mais fácil e mais bonito!
GABRIEL CHALITA
Quem rir por último...
Foi lamentável o desempenho da nossa seleção, perdemos e não tinhamos condições de seguir a copa. Melhor assim, pelo menos não saímos de 4x0. E eu ainda continuo achando que o Felipe Melo não é brasileiro, alguém me confirma isso?
Sono
Os olhos ficam pesados, a boca faz movimentos estranhos, alguns ao seu lado percebem e seguem seus movimentos. Quem cedo madruga, FICA COM SONO!
segunda-feira, 8 de março de 2010
Márcio Ballas
Ele é simplesmente demais, me faz rir muuuito.
Viveu por 3 anos em Paris onde estudou na “École Internationale de Théâtre Jacques Lecoq”. Trabalhou com os “Clowns Sem Fronteiras” franceses, com quem fez 2 expedições: uma para Madagascar (África) e outra para campos de refugiados do Kosovo, durante a guerra em 1999. Formou-se no “L’Institut du Clown Relationnel” na Bélgica com Christian Moffarts.
No Brasil foi integrante durante 4 anos dos “Doutores da Alegria”.
É um dos diretores e criadores (junto com Cesar Gouvêa) do espetáculo “Jogando no Quintal” - Jogo de improvisação de palhaços em cartaz há 7 anos em São Paulo e que já foi visto por mais de 200 mil pessoas.
Participou de Festivais de Improviso na Argentina, Peru, Chile e Colômbia. No Campeonato Internacional de Bogotá, se sagrou campeão mundial, representando o Brasil, com o Jogando no Quintal.
É diretor e ator do “Caleidoscópio um espetáculo de improvisação teatral”, um dos primeiros “longforms” de improviso no Brasil.
É diretor “Improvisacional” do espetáculo “Improvável” da Cia. Barbixas de Humor, onde também atuou como mestre de cerimônias e jogador convidado.
É formado em Marketing pela ESPM e pós-graduação em Psicodrama pela PUC-SP.
Parabéns pelo seu trabalho, por sua alegria!
Texto: http://www.marcioballas.com.br/
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